Pesquisa aponta que uso de redes sociais no trabalho pode ser produtivo
Um estudo feito pela Universidade de Melbourne sobre o uso de redes sociais no ambiente de trabalho aponta que os funcionários que checam e-mails pessoais ou se relacionam no Orkut, Facebook ou Twitter não prejudicam seu rendimento no dia a dia. Apesar dessa conclusão, uma pesquisa da agência Robert Half (RH) com 1.400 empresas americanas revela que 54% das corporações proíbem a utilização das redes sociais, contra 10% que liberam a navegação em todos os ambientes da internet. Segundo a pesquisa, as empresas que permitem o acesso a redes sociais para fins comerciais representam 19% do total, enquanto 16% o liberam para uso pessoal, mas com limites de tempo.
Para a gerente de mídias sociais da RH, Heidi Miller, a explicação para o uso de redes sociais para uso pessoal é simples: “As mídias sociais possuem um caráter pessoal, que pode ser um ótimo meio de valorizar a imagem corporativa perante o público”, ressalta Heidi, lembrando que apenas 1% das empresas que participaram da pesquisa informou não ter nenhuma política definida sobre o assunto.
A discussão sobre o uso ou não das redes sociais durante o trabalho levanta muitas polêmicas entre especialistas. O fato é que, embora o mercado exija cada vez mais a exploração de redes sociais como ferramenta para ampliar o negócio, muitas empresas vedam o seu acesso, em vez de educar os funcionários para trabalharem a favor da produtividade.
FaceSpace?
Para quem curte Myspace e Facebook, será possível um FaceSpace?
Novo Orkut
A promessa de um “novo” Orkut foi realizada no último dia 29.10.2009. A estratégia da Google é semelhante à primeira versão lançada em 2004 em que os pretendentes só poderiam participar do site por meio de um convite de alguém que já participe.
Na nova versão do site mais popular do Brasil os convites são distribuídos através de campanhas que incentivam a ressureição daquilo que Hempell (2004) categorizou de “moeda social”.
A Google procura trazer à tona o jogo da proxemia virtual para tentar diminuir a queda de audiência que vem sofrendo diante do gigante das redes sociais: o Facebook.
Na nova versão ( que eu ainda não pude experimentar), promete-se mais objetividade, clareza na navegação e mais aproximação entre os membros. Tudo isso concentrado na página inicial do usuário.
Aqui: http://blog.orkut.com/
Veja: Hempell, Anthony. 2004. “Orkut at eleven weeks: An exploration of a new online social network community”. http://www.anthonyhempell.com/papers/orkut/index.html.
Orkut se adianta à visita do “pai” do Facebook e divulga crescimento no Brasil
Deu na Folha ontem: ” A fatia de usuários do Orkut no Brasil ultrapassa os 35 milhões, de acordo com o Google –o que representa 57% dos usuários do site. Atrás desse número vem a Índia, com 41%. O Facebook, cujo número mundial de usuários ultrapassa os 250 milhões, tem 17%, seguindo a mesma metodologia”.
Leia mais aqui: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u601967.shtml
Livro sobre Redes Sociais – Made in Brazil
A Raquel Recuero lançou um livro lá no Brasil: Redes Sociais na Internet, pela Editora Sulina, na coleção Cibercultura. O livro é fruto de uma parceria com a Cubo.cc, e tem uma versão PDF para download (free) e um aplicativo para iphone. Como não estou lá, vou gastar mais em fotocópias. Vamos à mais um leitura. Parabéns à Raquel.
Antropologia
Vou falar sobre minha pesquisa aqui.
IV Congresso de Antropologia – Associação Portuguesa de Antropologia, no painel : Tecnologias Digitais: novos objectos empíricos e práticas de pesquisa etnográfica.
A construção da construção
Escrevo sobre Redes Sociais. Penso sobre Redes Sociais. Deito sobre as Redes Sociais. Misturo as Redes Sociais com a Etnografia e com a linguagem e com o discurso. Misturo tudo isso aos imigrantes brasileiros em Portugal. Me esqueço do Twiiter, do Facebook e, às vezes, do Orkut. E para o título da tese, estamos pensando neste: A construção do imaginário social do Imigrante Brasileiro em Portugal em Redes Sociais da Internet
Crianças brasileiras são as que mais adicionam pais à lista de amigos virtuais
Dados
- 14% dos internautas fazem parte das “e-famílias”, que são pais, filhos, tios, primos, avós etc. que batem papo pela rede.
- 2/3 dos integrantes das “e-famílias” dizem que as relações em casa melhoraram com a internet. Quase 100% deles estão satisfeitos com o tempo que passam com a família.
- 71% dos internautas dizem que a internet facilita o contato com a família.
- Para 45% das “e-famílias”, a rede até melhorou os relacionamentos em casa.
- 93% das crianças do mundo conversam e socializam com a família on-line por 5 horas semanais.
- 1 em cada 4 crianças tem os pais como amigos virtuais.
No Brasil
- 7 em cada 10 crianças brasileiras têm os pais na lista de amigos virtuais. Elas são as que mais fazem amizade com os pais na internet.
- 70 horas mensais é o tempo que as crianças brasileiras passam on-line. Elas são as que ficam mais tempo navegando. A média no resto do mundo é de 39 horas mensais.
FLÂNERIE NA REDE
Publicado na BOCC Biblioteca On-line de Ciências da Comunicação, um artigo meu sobre a flânerie na web.
Disponível AQUI.
Imigrantes brasileiros trocam EUA por Portugal
Os brasileiros estão a trocar o tradicional fluxo migratório para os Estados Unidos por destinos na Europa, em especial Portugal, revela um estudo de uma investigadora brasileira, noticia a agência Lusa.
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