ABCIBER
Muito prazer. Não conhecia. ABCIBER – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PESQUISADORES EM CIBERCULTURA.
Muito prazer. Não conhecia. ABCIBER – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PESQUISADORES EM CIBERCULTURA.
Bacana a criação do DMLcenral – Digital Media and Learning Research, que reúne muita gente boa na área da Internet como a Danah Boyd, Howard Rheingold e a brasileira Raquel Recuero que estréia no site com um artigo sobre o uso do Orkut no Brasil.
Mais agenda sobre Internet
Conferência Internacional
Infância, crianças e internet: desafios na era digital
23- 24/11/2009
10h00
Auditório 2 / Entrada livre/ Fundação Gulbenkian
Já estava demorando demais para que o Facebook já começasse a ponderar sobre a utilização do site por empresas que anunciam, criam grupos e perfis. Já era de esperar que Mark Zuckerberg aproveitasse o sucesso da rede para “fisgar” das empresas alguns trocados. Isso quer dizer que, possivelmente, as empresas que quiserem criar um perfil no site terá que, para isso, desembolsar alguns bocados. É muita inocência achar que as redes sociais na Internet servem apenas para juntar amigos. Sem dinheiro, não há palhaços. Veja aqui: http://www.trecebits.com/facebook-podria-cobrar-a-las-empresas-por-crear-grupos
Mais uma iniciativa “fixe” que trata de questões da Internet e a Educação. Promoção da EducaRede e acontece em Madrid nos dias 26 a 28 de novembro. A programação completa está disponível no site do congresso ou pode ser acompanhada pelo twitter do EducaRede Brasil, no http://twitter.com/educaredebrasil.
Duas coisas interessantes no BR.
1. A rede social do site Cultura Digital lançou em Setembro o livro “Cultura Digital” , e conta com entrevistas de Alfredo Manevy, André Lemos, André Parente, André Stolarski, André Vallias, Antonio Risério, Bernardo Esteves, Claudio Prado, Eduardo Viveiros de Castro, Eugênio Bucci, Fernando Haddad, Franklin Coelho, Gilberto Gil, Guido Lemos, Hélio Kuramoto, Jane de Almeida, Juca Ferreira, Ladislau Dowbor, Laymert Garcia dos Santos, Lucas Santtana, Marcelo Tas, Marcos Palácios, Ronaldo Lemos, Sergio Amadeu e Suzana Herculano-Houzel. Para baixar: http://culturadigital.br/blog/2009/09/26/baixe-o-livro-culturadigital-br/
2. Começa hoje na Cinemateca Brasileira, em São Paulo, o Seminário Internacional da Cultura Digital. As mesas de discussão do evento serão transmitidas ao vivo no: www.culturadigital.br/aovivo. A primeira é hoje às 14h (horário de Brasília) (veja a programação do que será transmitido).
Hoje, à convite da professora Lorena Tárcia, via Skype, falo um pouco dos resultados da minha pesquisa do mestrado para os alunos do curso de Jornalismo do Centro Universitário de Belo Horizonte. 19h30 – Horário de Brasília.
Um estudo feito pela Universidade de Melbourne sobre o uso de redes sociais no ambiente de trabalho aponta que os funcionários que checam e-mails pessoais ou se relacionam no Orkut, Facebook ou Twitter não prejudicam seu rendimento no dia a dia. Apesar dessa conclusão, uma pesquisa da agência Robert Half (RH) com 1.400 empresas americanas revela que 54% das corporações proíbem a utilização das redes sociais, contra 10% que liberam a navegação em todos os ambientes da internet. Segundo a pesquisa, as empresas que permitem o acesso a redes sociais para fins comerciais representam 19% do total, enquanto 16% o liberam para uso pessoal, mas com limites de tempo.
Para a gerente de mídias sociais da RH, Heidi Miller, a explicação para o uso de redes sociais para uso pessoal é simples: “As mídias sociais possuem um caráter pessoal, que pode ser um ótimo meio de valorizar a imagem corporativa perante o público”, ressalta Heidi, lembrando que apenas 1% das empresas que participaram da pesquisa informou não ter nenhuma política definida sobre o assunto.
A discussão sobre o uso ou não das redes sociais durante o trabalho levanta muitas polêmicas entre especialistas. O fato é que, embora o mercado exija cada vez mais a exploração de redes sociais como ferramenta para ampliar o negócio, muitas empresas vedam o seu acesso, em vez de educar os funcionários para trabalharem a favor da produtividade.
Para quem curte Myspace e Facebook, será possível um FaceSpace?
A promessa de um “novo” Orkut foi realizada no último dia 29.10.2009. A estratégia da Google é semelhante à primeira versão lançada em 2004 em que os pretendentes só poderiam participar do site por meio de um convite de alguém que já participe.
Na nova versão do site mais popular do Brasil os convites são distribuídos através de campanhas que incentivam a ressureição daquilo que Hempell (2004) categorizou de “moeda social”.
A Google procura trazer à tona o jogo da proxemia virtual para tentar diminuir a queda de audiência que vem sofrendo diante do gigante das redes sociais: o Facebook.
Na nova versão ( que eu ainda não pude experimentar), promete-se mais objetividade, clareza na navegação e mais aproximação entre os membros. Tudo isso concentrado na página inicial do usuário.
Aqui: http://blog.orkut.com/
Veja: Hempell, Anthony. 2004. “Orkut at eleven weeks: An exploration of a new online social network community”. http://www.anthonyhempell.com/papers/orkut/index.html.
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